Quando ser grande não é vantagem
Aula básica de kickboxing: Corrida, corda e polichinelo (que eu evito para não forçar as costas, troco por abdominais), treinar sequências, depois joelhadas, um pouco de chutes, e uma luta bem leve.
O complicado das lutas leves é que, invariavelmente, eu tenho que me segurar, o que é sempre ruim. Por exemplo, um dos meus ‘combos’ prediletos é: jab, direto trocando a base, giratória de braço, e direto. O problema é que a giratória sempre sai forte, e é justamente quando eu tenho que parar. E lá vai o professor falando que eu não posso dar as costas (epa!) pro oponente. Sim, claro, o melhor seria se eu batesse com toda a força na lateral do rosto dele durante um treino ‘leve’. E olha que nem vou comentar sobre os chutes, que uma vez derrubaram um saco de pancadas do suporte…..
Não deve ser fácil para os outros também, claro. Mas pra quem tem o braço (e todo o resto do corpo) pesado como eu, qualquer tabefe mais forte é fatal. Pra quem já foi apelidado de Aldebaran de Touro por um tempo, qualquer golpe leve soa falso. Às vezes eu acho que só usei toda minha força numa luta contra o saco de pancada, e olhe lá.
No fim, o mestre comentou sobre o exame de faixa, que será no dia 29, e citou algumas pessoas que ele queria treinar melhor para um campeonato em novembro. Eu estava na lista, mas teria ‘que aprender a bater mais forte’. A dúvida é: Vai ter gente lá pra aguentar o tranco?
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Agosto 13th, 2007 at 22:55
humm..desculpa ai monstrão ^^!