Hajime no Paulo

Porque Nerds também fazem dieta!
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Archive for the ‘KickBoxing’

Treino leve II

Junho 22, 2007 By: Paulo H. Category: Academia, KickBoxing No Comments →

Ontem, mais um treino simples de kickboxing. O clima ainda não está exatamente o ideal para lutas, então continuamos lá, treinando o básico.

O lado bom é que foram poucas pessoas (seis, no total) e todas já com um bom nível de conhecimento, o que permitiu que o mestre se dedicasse melhor a cada aluno, corrigindo golpes, sequências, dando dicas. É incrível a quantidade de ‘vícios’ que você cria com o tempo e não percebe, como um jeito errado de chutar, ou a defesa aberta durante um golpe, ou até mesmo a maneira como você bate o pé no chão, depois de uma joelhada.

Sinto saudades das lutas, mas não deixa de ser interessante ter essas aulas de ‘reciclagem’.

PS: Estou a um tempo preparando um texto sobre a dieta dos pontos, mas sempre me falta tempo para terminar. Tentarei terminar nesse final de semana, prometo!

Mulher não sabe brincar….

Junho 15, 2007 By: Paulo H. Category: Academia, KickBoxing No Comments →

Vocês dois, pro cantinho do pensamento, já!

 

Entre mulheres, a linha que separa o ‘Fair Play’ da apelação total em uma luta é muito tênue. Qualquer encostadinha mais forte, e já é motivo para ferver o sangue, e iniciar uma discussão.

Com homens isso é bem mais raro. Minha teoria é que, após séculos e séculos treinando para guerras, os homens desenvolveram uma capacidade de levar numa boa as pancadas mais fortes durante um treino (o que seria um ótimo indício de erros a corrigir antes das lutas de verdade…), aos invés de levar tudo para o lado pessoal.

E ontem, durante o treino de Kickboxing, tive mais uma vez a confirmação de que mulher não sabe brincar.

(more…)

Quando ser grande não é vantagem

Junho 12, 2007 By: Paulo H. Category: Academia, KickBoxing 1 Comment →

Hei, hei, hei, Aldebaran é o nosso rei!Aula básica de kickboxing: Corrida, corda e polichinelo (que eu evito para não forçar as costas, troco por abdominais), treinar sequências, depois joelhadas, um pouco de chutes, e uma luta bem leve.

O complicado das lutas leves é que, invariavelmente, eu tenho que me segurar,  o que é sempre ruim. Por exemplo, um dos meus ‘combos’ prediletos é: jab, direto trocando a base, giratória de braço, e direto. O problema é que a giratória sempre sai forte, e é justamente quando eu tenho que parar. E lá vai o professor falando que eu não posso dar as costas (epa!) pro oponente. Sim, claro, o melhor seria se eu batesse com toda a força na lateral do rosto dele durante um treino ‘leve’. E olha que nem vou comentar sobre os chutes, que uma vez derrubaram um saco de pancadas do suporte…..

Não deve ser fácil para os outros também, claro. Mas pra quem tem o braço (e todo o resto do corpo) pesado como eu, qualquer tabefe mais forte é fatal. Pra quem já foi apelidado de Aldebaran de Touro por um tempo, qualquer golpe leve soa falso. Às vezes eu acho que só usei toda minha força numa luta contra o saco de pancada, e olhe lá.

No fim, o mestre comentou sobre o exame de faixa, que será no dia 29, e citou algumas pessoas que ele queria treinar melhor para um campeonato em novembro. Eu estava na lista, mas teria ‘que aprender a bater mais forte’. A dúvida é: Vai ter gente lá pra aguentar o tranco?

Treinando no frio

Junho 06, 2007 By: Paulo H. Category: Academia, KickBoxing 4 Comments →

Não tem nada pior do que o inverno, pra quem faz atividades físicas. A preguiça, a vontade de ficar na cama o maior tempo possível, a vontade de comer coisas quentes e gordurosas feito um doido. É dificil lutar contra o desejo de não fazer nada. Ainda mais quando a dor na lombar faz a sua perna implorar pra você esquecer aquela uma horinha de esteira…..

Semana passada não foi dificil, só faltei na sexta-feira porque fui viajar pra casa da namorada. Mas essa eu provavelmente estou o mais vagabundo possível: faltei na segunda-feira, fui no kickboxing na terça, e estou agora pensando se vou ou não. Provavelmente não, talvez acabe usando a velha tática de descer do primeiro ônibus em um lugar afastado e ande uma meia hora para pegar o segundo ônibus pra casa.

Nessas, o melhor que eu faço é comer o menos possível e mandar ver nos diuréticos, para que a semana não seja um desastre total. Mas… quer desgraça maior do que chegar no restaurante em um dia frio, ver aquela lasanha fumegante e aquela linguiça frita e ter que ficar repetindo o mantra ’salada, salada, salada, salada’ enquanto forma o prato? No verão isso é fácil, quanto mais frescos e leves os alimentos, melhor. Mas no frio….

E pensar que antes da dieta eu julgava o inverno a melhor época do ano…

Sempre no ponto fraco…

Maio 30, 2007 By: Paulo H. Category: Academia, KickBoxing No Comments →

shiryu07pq.jpgUma coisa que você aprende quando pratica uma arte marcial: todo mundo tem um ponto fraco, uma falha no estilo, algo que pode ser explorado pelos oponentes, ou o motivo da sua derrota, se você não aprender a evitá-lo. E nessa última terça-feira um dos meus pontos fracos quase me custou o nariz.

Assim como o camarada da imagem ao lado, sempre que eu vou dar um direto com a mão direita, abaixo um pouco a mão esquerda. Coisa pequena, mal aparece quando luto com as luvas grandes, mas sem as luvas o rombo na defesa é grande.

Grande o suficiente para o meu adversário, um japonês muito ágil, entrar com um chute bem no meu nariz.

Era uma luta simples, leve, apenas para treinar técnica, mas nesses casos o que a gente faz é executar o golpe corretamente, mas parando no último minuto, para que não acerte. Mas, como eu precisei me abaixar para tentar acertar o soco, e ele não percebeu, o chute pegou com força. Foi totalmente involuntário, e aceito a burrada como minha.

Se eu não fosse um touro em termos de resistência, teria quebrado o nariz com o impacto, mas só fiquei com o lábio superior bem inchado e o nariz vermelho e bem dolorido.

No fim, enquanto eu ainda tentava diminuir o inchaço com a garrafa de água, e via o japonês que me acertou mais desesperado do que eu (”Vamo pro hospital! Vamo pro hospital!”), eu só consegui soltar uma frase: “Essa foi foda…”


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